Publicado em Pessoal

Minha Deuza

Minha mãe era uma mulher simples, a vida que ela me ensinou a viver é simples, com alegria, dedicação e fé, ajudando os outros quando possível, sem arrumar brigas ou inimizades. Ela sempre me mostrou um mundo realista, nunca me envolveu em uma bolha, sempre foi muito a-vida-como-ela-é, mas de forma delicada e me mostrando que podemos construir uma vida tranqüila com pessoas agradáveis e nas orientações de Deus. Minha mãe não era super vaidosa, não se preocupava com moda nem nada, mas tinha uma elegância na alma, as pessoas notavam ela pelo sorriso discreto, pela forma correta e agradável de se comportar, aquela elegância de quem sabe tratar bem todo mundo e sabe ser marcante na sutileza. Minha mãe me ensinou que pra ser mulher tem que ser forte e que eu poderia ser absolutamente tudo o que eu quisesse. Ela me ensinou que com diálogo resolvemos tudo, que conseguir o engajamento de todos pacificamente é mais eficiente do que através da força. Ela me ensinou a ver beleza no mundo, a cantar desafinado, a conquistar com uma conversa boa, a oferecer comida pras visitas, a me interessar pelos outros, me ensinou a ser feminina, independente, amável, educada, forte. O apelido da minha mãe era Deuza e é isso o que ela sempre foi pra mim, uma deusa com toda sua sabedoria e bondade. Te amo pra sempre mãe, pq eu só sou o que sou hoje por sua causa.

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Autor:

Ana Paula Camina, 27, carioca morando em São Paulo, sonha em falar francês.

5 comentários em “Minha Deuza

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